Fazendo Yoga

sábado, 27 de agosto de 2016

Instrução sobre Yoga - Svetasvatara Upanisad - Capítulo 3 de 6

Svetasvatara Upanisad 

Agora, o Svetasvatara-upanisad! OM! Que Brahman nos proteja todos juntos. Que Ele nos nutra todos juntos. Que nós todos possamos trabalhar juntos, com grande energia. Que nossos estudos sejam vigorosos, e efetivos. Que nós não nos odiemos uns aos outros.

Terceiro Adhyayah

3.1 O Uno Absoluto, junto com o seu poder indescritível ou Māya, aparece como o Senhor que governa sobre todos os mundos, com o Seu Supremo Poder. Na época da criação do mundo, e depois da sua dissolução, apenas existe Ele. Aquele que realiza o Uno torna-se imortal.

3.2. Rudra (Shiva) é o Uno Senhor sem um segundo, que governa e protege todos os mundos, pelo Seu próprio poder. Ele reside no coração de todos os seres. Ele protege o universo, mantém, e finalmente retira-se para dentro de Si mesmo (no ciclo da destruição).

3.3. Ele tem olhos, braços, faces, e pés em todos os lugares, na forma dos seres criados, com mãos, pés e asas. Ele criou os céus e a Terra, mas permanece como o Senhor não-dual de tudo.

3.4. Que Rudra o Grande sábio ou Maharshi, o Senhor de todos os mundos ou Hiranyagarbha, criador dos sentidos, e o seu suporte, que no principio criou a alma cósmica, nos favoreça com um intelecto nobre.

3.5. Oh Rudra, Senhor auspicioso, que abençoa a todas as criaturas; removedor das contaminações! Ó desvelador dos Vedas! Nos Digne da felicidade por Vosso pacífico e bem-aventurado Ser, o qual remove as raízes do medo, e da ignorância.

3.6. Ó desvelador das Verdades dos Vedas! Ó Siva! Torne-nos como uma flecha em Suas mãos pronta para o uso. Ó protetor dos devotos, não destrua Vossa forma pessoal, a qual fez o universo manifesto.

3.7. O Brahman Supremo ou Param Brahman! És mais elevado do que o deus pessoal. Ele é infinito e esconde-se nos corpos de todas as entidades vivas. Pelo conhecimento de que Ele penetra todo o universo, uma pessoa torna-se imortal.

3.8. Este Grande Ser ou Purusha, que é brilhante como o Sol, está além de toda a ignorância ou Tamas. Apenas por conhecê-lo, se vai além da morte; não há outro meio de liberação.

3.9. Não há nada superior ou diferente d´Ele (Brahman); não há nada maior ou menos do que Ele. Enraizado na Sua própria glória, Ele o Purusha sustenta-Se tal qual uma árvore, sendo imóvel e sem segundo, todo o universo está impregnado d´Ele.

3.10. Ele está muito além deste mundo; é sem forma e está livre de toda a miséria. Aqueles que conhecem isso se tornam imortais. Mas todos os outros, de fato, sofrerão apenas misérias.

3.11. O Divino e auspicioso Senhor, todo-penetrante, onipresente, e bom, reside no coração de todas entidades vivas, e usa todas as faces, cabeças, pescoço de todos os seres.

3.12. Este grande mestre - Mahāprabhu – é o Purusha, quem a tudo governa. Sua luz imperecível guia o buscador (da Verdade Suprema) para alcançar o estado de pureza.

3.13. O Purusha, não é maior do que o tamanho de uma polegada, é o Atman interior, que está sempre situado no interior do coração de todos os seres. Ele pode ser conhecido diretamente através de uma mente purificada, e de um intelecto com discernimento; quem O conhece, torna-se imortal.

3.14. O Purusha possui milhares de cabeças; milhares de olhos, e milhares de pés, que cobrem todo o universo em todos os lados. Ele existe além dos dez dedos.

3.15. Apenas o Purusha está em tudo isso; É o que É, o que foi, e o que será. Além disso, Ele é o único senhor da imortalidade ou Amrta. O qual, mostra-Se também como alimento, que também é Purusha.

3.16. Com Suas mãos e pés em todos os lugares, bem como cabeças, olhos, bocas e orelhas, Ele existe a tudo impregnando no universo.

3.17. Devido aos Seus próprios sentidos, Ele brilha através da função dos sentidos de todos. Ele é o Senhor de todos; o governador ou controlador de todos, bem como o amigo e o refúgio de todos.

3.18. Ele reside no corpo, a cidade de nove portões. Ele realiza Lilas ou passatempos transcendentais no mundo, e no além mundo, de inumeráveis formas. Ele é o controlador de todo o mundo; do móvel e do imóvel.

3.19. Sem mãos e pés Ele se move rápido e seguro. Ele vê sem olhos, e escuta sem ouvidos. Ele conhece seja o que for para ser conhecido, mas ninguém O conhece. Os Mahātmas ou sábios chamam-nO de Pessoa Suprema ou Maha-Purusha.

3.20. Mais delicado do que qualquer coisa delicada; maior do que qualquer coisa (quão grande seja); o Atman está oculto no coração das criaturas. Pela Graça do Criador – por sua misericórdia - podemos nos tornar livres do sofrimento e dos desejos, e então poderemos realizá-lO, como o maior Senhor.

3.21. Eu conheço Este sem princípio, não afetado pelo processo de envelhecimento; o Uno onipresente, que permeia todos os seres. Aquele que conhece o Supremo Brahman declara que Ele é eterno e não nascido.

Om shanti shanti shanti

* Crédito pela imagem:
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Four-armed_Seated_Vishnu_in_Meditation_-_Mediaeval_Period_-_Pannapur_-_ACCN_14-379_-_Government_Museum_-_Mathura_2013-02-23_5275.JPG

sábado, 20 de agosto de 2016

Instrução sobre Yoga - Svetasvatara Upanisad - Capítulo 2 de 6

Svetasvatara Upanisad

Agora, o Svetasvatara-upanisad! OM! Que Brahman nos proteja todos juntos. Que Ele nos nutra todos juntos. Que nós todos possamos trabalhar juntos, com grande energia. Que nossos estudos sejam vigorosos, e efetivos. Que nós não nos odiemos uns aos outros.

Segundo Adyayah

2.1. Para realizar o Atman Supremo, primeiro controla-se os sentidos, através do apaziguamento da mente, meditando na luz do fogo do coração, onde o Brahman interior pode ser visto por detrás da aparência física.

2.2. Com a mente sob controle manifesta-se a Alma Imanente, auto luminosa, e alcança-se a bem-aventurança Suprema.

2.3. Pelo controle da mente, pela procura do contentamento interior, e pelo poder auto luminoso interior, a luz - do Brahman - inicia a brilhar.

2.4. Grande é a glória da Alma Imanente, que a tudo interpenetra, todo conhecimento, infinita e auto refulgente. O sábio que a isso conhece, através do controle da mente, e do poder do raciocínio, pratica a meditação e concentração (no Ser ou Brahman).

2.5. Ouça, ó filho da imortalidade, e residente do céu! Siga apenas as pegadas do sábio; pela contínua meditação, mergulha a mente e o intelecto no Brahman eterno. As glórias do Senhor irão desvelar-Se para ti.

2.6. Onde o fogo do intelecto está preparado pela meditação; onde o Prana é controlado (pela respiração ou Prānāyāma), e o amor divino flui, a mente alcança a perfeição.

2.7. Seja devotado ao Brahman sem princípio, por intermédio da alma interior ou causa primordial. Deste modo a origem da ignorância será destruída, e se ficará acima dos efeitos do Karma.

2.8. Colocando o corpo numa posição correta; mantendo o peito, o pescoço e a cabeça eretos, atraindo os sentidos e a mente para dentro do coração, o conhecedor cruzará todos os tormentos por meio da jangada do Brahman.

2.9. Controlando os sentidos, e regulando as atividades corpóreas, deve-se inspirar pelas narinas quando as atividades vitais tornarem-se débeis (Prānāyāma). Então, o sábio conterá a sua mente sem distração, como o controlar dos cavalos inquietos com rédeas.

2.10. Deve retirar-se para uma caverna ou outro lugar solitário, abrigado do vento e da chuva, e de distúrbios ruidosos; sentar-se num nível livre de seixos, pó, e umidade, e com arredores agradáveis, praticar a concentração da mente.

2.11. As formas que aparecem como neve, fumaça, sol, vento, fogo, chamas ou cintilações, relâmpagos, cristal e lua, são provenientes da manifestação do Brahman, na prática deste Yoga.

2.12. Praticando meditação o Yogin concretiza que seu Atma é diferente do corpo, constituído dos cinco elementos. No lugar disto, ele sente que seu corpo é feito do fogo do Yoga, não sendo afetado por doença, velhice e morte.

2.13. Os primeiros sinais de progresso no Yoga são as sensações de luz do corpo, boa saúde, liberdade das amarras (do Karma), compleição clara, doce voz, cheiro agradável do corpo, e poucas excreções do corpo.

2.14. Tal qual um objeto coberto pelo pó, sendo limpo, volta a brilhar, o Atma incorporado, realizando o princípio do Brahman, percebe a sua unidade, e tendo alcançado a meta (pelo fim dos desejos), ele não sofre.

2.15. Quando o Yogin realiza a Verdade do Brahman, através da percepção da verdade do Atman no seu corpo, como uma entidade auto luminosa, então, conhecendo a Divindade não-nascida, que é eterna, e livre de todas as modificações da Prakrti, ele liberta-se de todas as contaminações.

2.16. Este (Brahman) é o Uno brilhante, que se estende em todas as direções e é onipresente. Ele é o primogênito, e quem foi o primeiro, e irá manifestar-se também no futuro. Ele é o habitante que está no interior de todos os seres, e sobre todas as direções (o Brahman é onipresente), e que a todos liberta.

2.17. Saudações para esta Divindade, que está no fogo, na água, nas plantas, nas árvores, que a tudo penetra no universo inteiro.

Om shanti shanti shanti

* Crédito pela imagem:
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:A_havan_ceremony_on_the_banks_of_Ganges,_Muni_ki_Reti,_Rishikesh.jpg

sábado, 13 de agosto de 2016

Instrução sobre Yoga - Svetasvatara Upanisad - Capítulo 1 de 6

Svetasvatara Upanisad

Agora, o Svetasvatara-upanisad! OM! Que Brahman nos proteja todos juntos. Que Ele nos nutra todos juntos. Que nós todos possamos trabalhar juntos, com grande energia. Que nossos estudos sejam vigorosos, e efetivos. Que nós não nos odiemos uns aos outros.

Primeiro Adhyayah

Hari Om, o conhecimento Supremo ou Brahma-vidya.


1.1. Os buscadores do Brahman, conversam entre eles: Qual é a causa do Brahman? De onde Ele nasce? Por que nós vivemos? Onde é nosso descanso final? Sob que ordens estamos nós? Quem conhece o Brahman, sujeito à lei da alegria e da miséria?

1.2. Tempo, natureza, lei, mudança, matéria, energia, inteligência, nenhuma destas coisas, nem a combinação delas, podem suportar um exame, devido ao seu próprio nascimento, identidade, e a existência do Atman. O Atman também não é um agente livre, estando sobre o manejo da felicidade e da miséria.

1.3. Praticando o método da meditação, eles (Sadhakas) realizaram o Atman, que é o Deva, pelo poder de Shakti; que é tanto com qualidades ou Saguna, como sem qualidades ou Nirguna; que é a origem do intelecto, emoções, e vontade; que é sem um segundo; que preside sobre todas as causas acima enumeradas, iniciando com o tempo, e terminando com a alma individual; e que tem sido incompreensível devido às limitações do nosso intelecto.
* Gunas são os atributos da natureza e existem três: rajas, tamas e satva. Rajas é a energia ativa, tamas é a energia passiva e satva a energia do equilíbrio.

1.4. Nós O pensamos como o universo, parecendo como uma roda, a qual tem uma coroa de raios com tríplice aro, e dezesseis extremidades, cinqüenta raios, vinte contra-raios, e seis grupos de oito; os quais estão dirigidos junto com três diferentes rodas, através de um cinto, que é único e também múltiplo; e no qual, cada giro acrescenta dois.

1.5. Nós pensamos n´Ele, na Sua manifestação, como universo, que é com um rio que contém água de cinco vertentes; que tem cinco grandes voltas, devido a cinco causas; que tem cinco Pranas de ondas, a mente – a base das cinco envolturas da percepção – para a origem, e das cinco envolturas da miséria para suas correntes; que possui cinco redemoinhos, cinco ramos e inumeráveis aspectos.

1.6. Nesta roda infinita de Brahman, na qual tudo vive e repousa, a alma peregrina gira. Conhecendo a alma individual ou Jiva, até agora vista como separada, como sendo por si mesma a força do movimento, e abençoada por Ele, ela alcança a imortalidade.

1.7. Isso é expressamente declarado como sendo o Supremo Brahman. No que Ele é triplo. Ele é o firme suporte. E O imperecível. Conhecendo a essência interior disto, os conhecedores dos Vedas, tornam-se devotados ao Brahman, mergulhando-se n´Ele, e liberando-se do nascimento.

1.8. O Senhor sustenta este universo, o qual consiste numa combinação do que é perecível e imperecível, manifesto e imanifesto. Enquanto o Atman não conhecer o Senhor, ele irá sentir atração pelos prazeres mundanos, ficando preso; mas quando conhece o Brahman, todas as amarras se desfazem.

1.9. A consciência do sujeito, e o objeto inconsciente; o mestre e o servo são não-nascidos. Assim é também Maya, a qual conecta-os, que traz o desfrutador e o desfrute, é não-nascida. Quando estas três mentes realizam-se no Brahman, o Atman torna-se infinito, universal, e livre de sentir-se o agente.

1.10. A matéria é perecível, mas Hara (Shiva) é imperecível e imortal. Ele é Pradhāna, ou a causa primeira. Governando por sobre a matéria perecível e a alma individual ou Jiva. Pelo processo de meditar n´Ele, unindo-se a Ele, tornando-se uno com Ele, toda a ilusão termina.

1.11. Com a realização (de Brahman), todas as amarras se desfazem. Com a diminuição da ignorância, o nascimento e a morte cessam. Indo além da consciência do corpo, pelo ato de meditar n´Ele (no Supremo), alcança-se o terceiro estado, a saber, a absoluta soberania. Todos os desejos são satisfeitos, e ele torna-se uno com o sem segundo.

1.12. Este Brahman é conhecido como existindo eternamente no Atman. Deveras, não há nada para ser conhecido depois d´Ele. Como um resultado da contemplação, o contemplador e o contemplado, e o poder que traz as coisas para a contemplação, diz-se que são os três aspectos do Brahman.

1.13. O fogo, apesar de estar apenas presente numa varinha de madeira, não perde seus indicadores; ele não é visto, mas pode ser realizado (vir a ser), quando uma varinha esfrega-se numa outra. O Purusa é como o fogo. Ele realiza-se no corpo através da meditação da sílaba sagrada OM.

1.14. Fazendo o seu próprio corpo como uma peça de madeira, e o Pranava OM como a peça maior, empregando-a num método de meditação contemplativa, tal qual o ato de esfregar uma contra a outra, realiza o Brahman, que está escondido (com o fogo na lenha).

1.15. Tal como o óleo (está oculto) na semente de sésamo (gergelim); como o a manteiga no leite, a água que brota do solo; o fogo na madeira, do mesmo modo, o Puru-a é percebido no Atman. Uma alma realizada procura por Ele (Brahman) constantemente com penitência ou Tapasya e autocontrole, e concentração.

1.16. O Atman Supremo, que a tudo impregna, é como a manteiga contida no leite, e o qual é a raiz do autoconhecimento e meditação; é Brahman, o destruidor da ignorância, dos Upanisads.

Om shanti shanti shanti

* Créditos pela imagem:
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Gods_AS.jpg



Sinopse

A Brhadaranyaka Upanishad ou a "Grande Upanishad da Floresta" pertence ao grupo das Upanishads Principais, sendo a maior delas e, talvez, a maior de todas dentre as 108 Upanishads consideradas como as mais fiéis à tradição vêdica pela Mukti Upanishad. Teria sido escrita entre 1000 e 800a.C., sob a forma de prosa antiga. A palavra Upanishad é de origem sâncrita e significa "sentar-se com humildade, em plano inferior,". Trata-se de uma alusão ao fato de o discípulo sentar-se aos pés do mestre, com humildade, para ouvir.


  • Editora: Madras       Ano Edição: 2013
  • Número Edição: 1    Qtde. Páginas: 251

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sábado, 6 de agosto de 2016

Instrução de Yoga - Narada Bhakti Sutras - Bhakti Superior - Capítulo 5 de 5

67. Devotando-se ao primeiro e uno libera-se.

68. A garganta embarga-se de saudade do Supremo, os cabelos se arrepiam, as lágrimas vertem; o Bhakta fala sozinho, purificando tando a família como o mundo todo.

69. O Bhakta puro faz peregrinações em locais sagrados, ocupando-se em atividades boas, como dizem as Escrituras, realizando-as.

70. Pleno d´Ele.

71. Ainda que na Terra, os antepassados alegram-se; os semideuses ou devas dançam, e eles tornam-se mestres.

72. Neles não há distinção de nascimento, educação, aspecto, família, riqueza, etc.

73. Ele está sob o controle d´Ele.

74. Não se deve usar palavreado arrogante.

75. Não expressam a verdade plena e são inconclusivos.

76. Deve-se agir conforme os hinos das escrituras devocionais ou Bhakti-sastras, tendo-As como causas.

77. Enquanto se abandona a felicidade material, alegrias e tristezas, coisas sem objetivo, distanciando-se, assim, do que não é importante, não se deve desperdiçar nenhum momento.


78. Deve-se manter, cultivar, e bem conduzir-se nos princípios como: não-violência, verdade, pureza, misericórdia e religiosidade.

79. Com certeza, sempre determinado em adorar o Supremo em tudo.

80. Por cantar as Suas glórias, rapidamente, o devoto transforma-se pelo amor extático por Deus.

81. Das três verdades, Bhakti é a mais querida; Bhakti é a mais querida.

82. Ainda que Bhakti seja una, ela se manifesta de onze formas de ligação, a saber: Guna-mahatmyasakti, ater-se nas gloriosas qualidades; Rupasakti, ater-se à forma; Pūjāsakti, ater-se à oferenda; Smaranasakti, ater-se em lembrar-se; Dasyasakti, ater-se como servo; Sakhyasakti, ater-se no sentimento de amigo; Vatsalyasakti, ater-se no sentimento de pai e mãe; Kantasakti, ater-se no amor ardente; Atmanivedana, ater-se na adoração ao Supremo; Mayasakti, ater-se na auto-rendição elevada; Virahasakti, ater-se no sentimento de separação ou saudade.

83. Assim dizem, e consideram, as pessoas que ensinam o serviço devocional ou Bhakti, os Bhakta-acaryas e seus seguidores, como os Kumaras, Vyasa-deva, Sandilya, Garga-muni, Vishnu, Kaudinya, Sesa, Uddhava, Aruni, Bali, Hanuman, Vibhisana, e muitos outros.

84. Quem crê nestas auspiciosas instruções universais de Sri Narada Muni, assim, com fé, ele será muito querido pelo Senhor; ele será muito querido pelo Senhor; ele será muito querido pelo Senhor. Que assim seja.